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Acontecimentos econômicos afetam confiança do consumidor global e brasileiro aperta ainda mais seu bolso
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Acontecimentos econômicos afetam confiança do consumidor global e brasileiro aperta ainda mais seu bolso

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A Nielsen acaba de divulgar o último estudo de Confiança do Consumidor, que mede a percepção de perspectivas de empregos locais, finanças pessoais e intenções imediatas de gastos. Na América Latina, o índice de Confiança se manteve em uma média de 83 pontos durante 2015, apresentando uma ampla diferença de 14 pontos abaixo do índice global (97). Apesar de permanecer relativamente estável, o índice de Confiança na região mudou drasticamente em alguns países, com destaque para o Brasil.

A confiança dos brasileiros, quando comparada com o terceiro trimestre, novamente teve uma baixa de três pontos, caindo para 76. Foi a pontuação mais baixa de 2015, uma vez que no começo do ano tinha 88, e de todos os outros anos que a Nielsen realiza essa medição.

No Brasil, 93% dos entrevistados disseram que estão vivendo em um período de recessão, enquanto esse número no primeiro trimestre era de 85%. Para os próximos 12 meses, apenas 13% dos brasileiros dizem que o país não estará vivendo em uma recessão, contra 62% que diz que sim e 24% que não sabe. Em relação às perspectivas de emprego em um futuro próximo, 40% acredita que estarão ruins, 41% não tão boas, 13% boas e 4% excelentes.

Depois de cobrir os gastos essenciais, as principais prioridades dos brasileiros na hora de utilizar o dinheiro excedente são quitar as dívidas, o cartão de crédito e os empréstimos, entretenimento fora do lar e roupas novas, respectivamente nessa ordem. 

E quais são as questões que mais tiram o sono dos brasileiros? A economia, o aumento nas contas de serviços públicos (ex.: eletricidade, gás) e a saúde lideram o ranking no quarto trimestre de 2015. Equilíbrio entre trabalho e vida, assim como crime, também aparecem logo depois como grandes preocupações dos entrevistados.

Quer ler o reporte na íntegra? Clique aqui e baixe o arquivo.