Insights

A retomada dos snacks no consumo fora do lar
News

A retomada dos snacks no consumo fora do lar

{“order”:4,”name”:”pubdate”,”attributes”:{“sling:resourceType”:”nielsenglobal/components/content/publishdate”},”children”:null}

O consumo de snacks, produtos substitutos, complementares ou intermediários às refeições, está crescendo em todo o mundo e países como o nosso, em desenvolvimento, tiveram um crescimento médio de 2% ao ano.

Nosso estudo Consumo Dentro e Fora do Lar (2º semestre de 2015) observou que, atualmente, na região Metropolitana de São Paulo, 46% do consumo de snacks é feito fora do lar, principalmente, entre o almoço e jantar (22%) e também no café da manhã (21%), e esse consumo pode crescer, dependendo fortemente da situação econômica no país. Nossos indicadores apontam que cerca de 35% das pessoas pretendem retomar seus gastos com entretenimento, que incluem a alimentação fora do lar, assim que as condições financeiras melhorarem.

Consideramos snacks produtos como café, água mineral, refrigerantes, sucos, vitaminas, iogurtes, leites fermentados, leites com sabor, chá pronto, água de coco, bebidas a base de soja, cerveja, energéticos, isotônicos, chá seco, sobremesas prontas, bolos, pães, tortas, salgados, chocolates, salgadinhos, biscoitos, balas, gomas de mascar, pipoca, sorvetes, barras de cereais e proteína. Deu até fome!

E onde comprar os snacks? Identificamos que no período de um mês, uma pessoa adquire snacks, em média, em oito locais diferentes (é uma combinação de 8 canais dos 17 que estão listados, mas cada pessoa faz uma combinação diferente). Um exemplo provável seria: supermercados, restaurantes, padarias, atacadistas, compartilhamento por outras pessoas, mercearias, docerias, bombonieres, conveniência e mercado informal. Mas outros canais que podem entrar no mix são casas noturnas, food trucks, bancas de jornal, lojas de departamento, vending machines (máquinas com snacks no qual o consumidor faz a escolha e compra do produto sozinho), cinemas, teatros e farmácias. Além disso, de um grupo de 15 diferentes tipos de necessidades, foi identificado que, em média, uma pessoa tem nove necessidades diferentes ao longo de um mês.  O prazer pessoal é a segunda necessidade mais presente no consumo de snacks.

O consumo com alimentação fora do lar, no entanto, teve uma pequena queda devido à atual situação econômica, mas tende a ser um comportamento pontual por conta do momento. Entretanto, nós, consumidores brasileiros, já estamos retomando o consumo de snacks, pois ocorreram mudanças mais profundas na cultura, na medida em que mais mulheres conquistam o mercado de trabalho e há menos tempo para cozinhar. O brasileiro afirma ter intenção de gastar mais com estes produtos assim que tiver dinheiro disponível.

Já conhece como se comportam as diferentes gerações? Confira nosso estudo Estilos de Vida das Gerações.