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Mesmo em tempos de desaceleração econômica, homens se mostram vaidosos e desembolsam mais em produtos de cuidados pessoais

  • Seguindo a tendência de preço como nos outros países ocidentais, no Brasil, com a economia em desaceleração, as vendas de fraldas cresceram 24% no atacarejo no período de um ano
  • Já em relação aos alimentos, mais de um terço dos entrevistados globais informaram que uma boa nutrição (37%) e ingredientes seguros/menos processados (36%) são os mais importantes atributos ao decidir a compra do produto para o bebê

São Paulo, outubro de 2015 – Os pais sempre querem o melhor para seus filhos – desde a comida até as fraldas, e estão dispostos a pagar por isso. Com base nesse comportamento identificado pela Nielsen, em todo o mundo, as vendas de fórmulas infantis podem chegar a US$ 30 bilhões em 2015 e o mercado de fraldas deve ultrapassar US$ 29 bilhões, de acordo com a pesquisa Global Nielsen OH, Baby – Tendências nos mercados de comidas para bebês e fraldas realizada entre 23 de fevereiro e 13 de março de 2015 com internautas de 60 países que fizeram uma compra de cuidados para bebês nos últimos cinco anos.

No Brasil, as vendas de fraldas e fórmulas infantis apresentam resultados positivos, sendo que 26% das famílias compraram fraldas durante o ano anterior*.  Segundo Luciana Ignez, executiva de atendimento da Nielsen, o canal Cash & Carry (atacarejo) se destaca com um crescimento de 24% em volume de vendas**, no primeiro semestre de 2015 na comparação com o mesmo período do ano passado. As vendas no atacarejo estão em evidência devido ao cenário econômico desfavorável, pois esse canal oferece preços mais competitivos para compras em grandes volumes. “Também notamos que a quantidade comprada por ocasião cresce para fraldas e, sendo influenciada pelo crescimento de embalagens maiores de 31 a 60 unidades”, destaca Luciana Ignez. Ao todo, a categoria de fraldas no Brasil cresceu 0,5% em volume de vendas no varejo tradicional nesse mesmo período.  

A executiva relata que os consumidores brasileiros, na hora de escolherem fraldas, são mais sensíveis a preço. Por isso, os principais motivos para a troca de marca na categoria são a presença de promoção, falta da marca preferida em lojas e supermercados ou a troca para marcas mais baratas como forma de economizar sem reduzir o consumo.

“No Brasil, entre 2012 e 2014, o volume de vendas de fraldas aumentou 5,2% (CAGR, 2012-2014)***.  Já os produtos com fórmulas infantis (produto a base de leite destinado à alimentação de lactentes sadios ou com necessidades nutricionais especiais) cresceram 11,8% neste mesmo período. Somente o segmento de comidas para bebês (alimentos destinados para bebês entre 06 meses e 3 anos de idade, como papinhas, purês e sopinhas) teve declínio de 3,6% no volume de vendas, no período de 2012 a 2014.

Fontes secundárias para dados Brasil nos primeiros parágrafos:

* Nielsen l Homescan / Penetração de Fraldas nos domicílios brasileiros / T.Brasil

** Nielsen l Scantrack Cash&Carry / Variação % do volume de vendas (fraldas) / 1º sem’2015 x 1º sem’2014 / T.Brasil Cash&Carry

***Nielsen l Retail Index / CAGR, 2012-2014 / T.Brasil INA para Alimentos para bebês; e T.Brasil INA+INFC para Fraldas e Fórmulas Infantis

OPÇÕES ORGÂNICAS E SAUDÁVEIS – Mais de um terço dos entrevistados globais informaram que uma boa nutrição (37%) e ingredientes seguros/menos processados (36%) são os mais importantes atributos ao decidir a compra do produto para o bebê, a segunda e terceira mais citada, respectivamente (marca confiável está no topo da lista, citado por 39% dos entrevistados). Os alimentos orgânicos e todos os alimentos naturais também são importantes considerações de compra, particularmente na Ásia-Pacífico e na Europa, citado por 31% dos entrevistados em cada região. Em comparação, 26% da África/Oriente Médio, 20% dos latino-americanos e 18% dos entrevistados norte-americanos dizem que o orgânico é uma consideração importante em suas decisões de compra de alimentos para bebês. Enquanto os norte-americanos avaliam os orgânicos abaixo da média global em importância, a região lidera na compra, respondendo por 72% das vendas orgânicas medidos em 16 países.

VENDAS DE FRALDAS NO MUNDO – As vendas em valor no mercado de fraldas são menos concentradas que no mercado de alimentos para bebês e fórmulas infantis. Mais da metade das vendas em valor vem da América do Norte e Europa (34% e 17%, respectivamente), enquanto a América Latina e a região Ásia-Pacífico reivindicam mais de um quinto das vendas cada (23% e 21%, respectivamente). Enquanto fraldas abertas (fraldas adesivas tradicionais com alta absorção) é o maior segmento e apresentou um expressivo crescimento em 2014, subindo 7% em relação ao ano anterior, o crescimento mais forte veio das fraldas de vestir, que deslizam, mas têm capacidade de absorção mais próxima de uma fralda aberta (adesiva).  O segmento de fraldas de vestir aumentou 20% em relação ao ano anterior, com as vendas concentradas em grande parte na Ásia-Pacífico e Europa.

VENDAS DE ALIMENTOS PARA BEBÊS/FÓRMULAS INFANTIS – Hoje, 49% dos valores de vendas de comidas para bebê são da região Ásia- Pacífico, 27% da Europa e 19% da América do Norte, mas a América Latina e a região África/Médio Oriente mostram rápido crescimento. Na categoria de alimentos infantis, ao longo de um período de 12 meses que terminou em dezembro de 2014, o valor das vendas aumentou 4,9% em relação ao ano anterior na África/Oriente Médio e 2,1% na América Latina. Durante o período de 12 meses, que terminou em dezembro de 2014, o valor das vendas aumentou dois dígitos na América Latina (37,3%), embora esses números não reflitam a inflação, e na África/Oriente Médio (16%). Essas regiões também têm alguns dos mercados de crescimento mais rápido em termos de volume de vendas de fórmulas infantis. Na Europa, o valor das vendas cresceu 7,3%, com crescimento de dois dígitos na Alemanha, impulsionado principalmente pelo desempenho das exportações para a China.

EMBALAGEM INOVADORA – Produtos em tubos ou vidros compõem a maioria das vendas em valor de comida para bebês (87%) em 16 mercados selecionados. As bolsas de comida para bebês (recipientes de plástico com bicos em cima para dar pequenos goles no alimento) estão crescendo mais rapidamente, com aumento de 28% das vendas em valor entre dezembro de 2013 e 2014. Na verdade, as bolsas de comida para bebês cresceram três dígitos na Ucrânia (916%), Brasil (528%), Portugal (316%), Rússia (264%), Holanda (184%) e Espanha (125%). Segundo Luciana Ignez, a popularidade das bolsas de comida para bebê é impulsionada em grande parte pela sua facilidade e flexibilidade, oferecendo nutrição prática e portátil, que é extremamente compatível com os estilos de vida movimentado dos consumidores, os pais, e promovendo autoalimentação e independência.

TENDÊNCIAS DE COMPRA ONLINE – Consumidores globais no setor de cuidados para bebês são mais propensos a comprar produtos em uma loja física em vez de online, mas esta tendência está mudando à medida que mais consumidores estão migrando para os canais online. O e-commerce é capaz de competir em preço e conveniência devido ao investimento de capital reduzido em infraestrutura física e, em alguns casos, a eliminação dos elos da cadeia de abastecimento. Além disso, oferece uma proposta atraente para os pais ocupados: a conveniência das compras sempre onde quer que eles desejem, e muitas vezes com entrega gratuita para a porta de suas casas. Quais os tipos de produtos de cuidados para bebês os consumidores compram online?  Entrevistados globais são mais propensos a adquirir brinquedos (38%) e roupas (34%). 23% dos consumidores globais dizem que eles compraram fraldas online e 17% diz ter comprado comida para bebê.

SOBRE A PESQUISA GLOBAL NIELSEN – A pesquisa global de cuidados para bebês da Nielsen foi realizada entre 23 de fevereiro e 13 de março de 2015 com internautas entrevistados em 60 países em toda a Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio, África e América do Norte, que fizeram uma compra de cuidados para bebês nos últimos cinco anos. A amostra tem cotas considerando idade e sexo para cada país com base em seus usuários de Internet e é ponderado para ser representativo de consumidores da Internet. Ele tem uma margem de erro de ± 0,6%. Esta pesquisa da Nielsen é baseada apenas no comportamento dos entrevistados com acesso online. As taxas de penetração da Internet variam em cada país. A Nielsen usa um padrão mínimo de relato de 60% de penetração da Internet ou de uma população online de 10 milhões para a inclusão da pesquisa. A pesquisa global Nielsen, que inclui o Índice de Confiança Global do Consumidor, foi criada em 2005.

SOBRE A NIELSEN – Nielsen Holdings plc  (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona um entendimento completo sobre o que os consumidores assistem e compram (Watch & Buy). No segmento Watch, a Nielsen oferece aos clientes de mídia e publicidade serviços de medição de audiência (Total Audience) de qualquer dispositivo em que é possível ter acesso a conteúdos (vídeo, áudio, texto). O segmento Buy oferece aos fabricantes de bens de consumo e varejistas uma visão global única do desempenho da indústria. Ao integrar as informações dos segmentos de Watch e Buy com dados de outras fontes, a Nielsen apresenta aos seus clientes uma medição de primeiro nível, bem como análises avançadas que permitem o crescimento de seus negócios. A Nielsen, empresa conceituada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial. Para mais informações, visite www.nielsen.com. (Facebook: nielsenbrasil / Twitter: @nielsenbr / LindeDin: company/nielsen-br)

Definição das categorias:

  • Fórmulas infantis: produto a base de leite destinado à alimentação de lactentes sadios ou com necessidades nutricionais especiais.
  • Alimentos para bebês: alimentos destinados para bebês entre 06 meses e 3 anos de idade, como papinhas, purês e sopinhas. Produtos preparados à base de frutas, legumes ou hortaliças, com ou sem mistura de carnes e cereais, cremosas ou com pedaços, temperados com sal e sem conservantes.

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