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Atividades bancárias pelo dispositivo móvel estão crescendo entre os brasileiros

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Hoje em dia, ninguém duvida que a conexão massiva à rede global tem transformado o mundo e a forma como nos relacionamos. Esta transformação cresce de maneira exponencial na medida em que mais pessoas podem conectar-se e acessar todo tipo de conteúdo e serviço por meio de dispositivos móveis. O mais recente Estudo Global sobre Compras Móveis, Atividade Bancária e Pagamentos revela que 90% dos brasileiros entrevistados on-line têm um dispositivo móvel com acesso à internet, igualando o país com a média da América Latina.

A dependência dos dispositivos móveis está crescendo no mundo. 5 em cada 10 consumidores globais dizem que não imaginam sua vida sem seu dispositivo móvel. No Brasil, a mesma proporção reconhece essa dependência, ficando acima da média da América Latina (4 em cada 10). Se por um lado 73% dos respondentes conectados no Brasil dizem desfrutar da liberdade de estarem conectados em qualquer momento e lugar e consideram que os dispositivos móveis têm facilitado suas vidas*, 71% reconhece que eles têm sido facilitadores da crescente substituição das interações presenciais pelas eletrônicas*. Para 51% não se trata de um problema, já que preferem escrever mensagens de texto do que falar.
*mais que qualquer outro país da região latina

O potencial dos dispositivos móveis

Assim como os dispositivos móveis têm transformado a forma de nos comunicarmos com os demais, também está revolucionando o mundo do comércio e atividades bancárias. Graças à conectividade móvel, ocorreu a inclusão financeira de 2 bilhões de consumidores “não bancarizados” no mundo. Se estima que o crescimento no acesso a pagamentos sem dinheiro vivo levará a um consumo adicional de 10 trilhões de dólares na próxima década, segundo o The Demand Institute, operado conjuntamente pela Nielsen e The Conference Board.

Embora as atividades mais realizadas nesses dispositivos estejam relacionadas com o social (correio eletrônico, redes sociais, Youtube), o comércio varejista e o setor bancário têm grande potencial por meio dessas plataformas, segundo a atividade reportada pelos consumidores participantes no estudo, aplicado em 63 países.

Aparelho como imprescindível companhia de compras

A Ásia-Pacífico é a região onde os consumidores têm dado mais espaço às compras através de dispositivos móveis: 46% adquiriram algum produto ou serviço por esta via nos últimos 6 meses, ultrapassando os 27% na América Latina e os 30% no Brasil. Em todo o mundo se evidencia o celular como complemento para as compras por meio de várias atividades relacionadas. No caso do Brasil, por exemplo, comparar preços (55%), buscar informação sobre um produto (51%), tomar melhores decisões de compra (42%) e buscar cupons e ofertas (34%).

“Otimizar a experiência com dispositivos móveis deve ser prioridade em qualquer estratégia de comércio eletrônico ou de divulgação de marca. Uma estratégia eficiente de marca em smartphones exige uma distribuição mais assertiva de publicidade nesse dispositivo que também consiga separar a influência das outras telas à disposição do consumidor”, afirma José Calazans, consultor de análises da Nielsen Brasil.

A hora do Banking móvel

Quando se trata de atividades bancárias pelo celular, revisar o saldo da conta ou comprovar uma transação são as atividades mais realizadas pelos brasileiros. 42% dos respondentes afirmaram ter feito nos últimos seis meses e 80% estão dispostos a fazer no futuro próximo, o que demonstra potencial. 27% pagou contas online, mas 70% realizaria nos próximos meses, e 28% executou alguma compra, frente a 78% que está disposto a adotar a prática. Entre os latinos, os argentinos são os que demonstraram menor disposição em realizar alguma atividade bancária por meio de seu dispositivo, enquanto em países como Chile e Venezuela os usuários expressam maior intencionalidade.

Da mesma maneira que existe um grande percentual de pessoas dispostas a realizar atividades bancárias pelo celular, outras já apresentam alguns receios. Quais são as principais barreiras para os brasileiros entrevistados? Segurança ocupou o primeiro lugar (61%), seguido pela preferência em realizar os serviços em uma agência física (44%) e pela falta de necessidade de usar serviços bancários móveis (16%). Os colombianos são os que mais têm preocupação com segurança nos dispositivos móveis (62%) e os mexicanos os que mais preferem comparecer a uma agência física (48%).

O grande atrativo

A conveniência é a principal razão pela qual os brasileiros se declaram propensos a realizar atividades bancária por meio do dispositivo móvel, isso porque o consideram mais prático do que levar muitos cartões em sua carteira. Não obstante, os participantes também consideram que a facilidade de uso desempenha um papel importante na decisão e consideram os sistemas de pagamentos digitais um mecanismo muito bom para administrar melhor as finanças e ter controle sobre os gastos.

Em relação a pagamentos, 52% dos brasileiros usuários de dispositivos móveis consideram que melhorias na segurança os motivaria para incrementar o uso. Outras razões: a possibilidade de realizar um pagamento mais rápido, em comparação com os métodos tradicionais (44%), e obter incentivos ou recompensas por lealdade, que só estejam disponíveis para usuários de dispositivos móveis (36%).

Olhando para o futuro

As instituições bancárias têm notado o potencial dos aplicativos para celular como um canal de serviço com valor agregado para seus usuários. Por esta razão, conhecer a opinião dos consumidores sobre o que desejam ver e o que realmente valorizam é fundamental. Os brasileiros participantes do estudo gostariam que os apps tivessem reconhecimento facial (40%) e de voz (36%). Entretanto, a vinculação com redes sociais para comunicarem-se com o banco também seria bem-vinda (33%), juntamente com a capacidade de transferir dinheiro para outras contas e pessoas (33%), assim como a habilidade de aplicar em novos serviços e produtos (28%).

Caso existam bancos móveis que funcionem exclusivamente por meio de um aplicativo, 77% dos brasileiros afirmam que os usariam ou provavelmente os usariam e somente 23% rejeitaria essa possibilidade. Na região, os mexicanos foram os que mais se mostraram abertos a esta nova modalidade e os argentinos os mais reticentes .

A tendência crescente entre os consumidores de usar seus celulares para atividades relacionadas à compras e para a administração de serviços bancários representa grandes desafios para o comércio, que deve enfocar suas estratégias a esse tipo de dispositivo para agregar valor à experiência e superar as barreiras que se opõem a seu uso massivo.

Sobre o Estudo- A Pesquisa Nielsen sobre Pagamentos, Serviços Bancários e Compras via Celular foi realizada entre 1° e 23 de março de 2016, e reuniu consumidores on-line em 63 países. Ambas as pesquisas reuniram mais de 30.000 entrevistados distribuídos pela Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio/África e América do Norte. A amostra de ambas as pesquisas inclui usuários de Internet que concordaram em participar da pesquisa e tem quotas com base em idade e sexo para cada país. Foi ponderada para ser representativa dos consumidores da Internet por país. Pelo fato da amostra estar baseada naqueles que concordaram em participar, não é possível calcular estimativas de erros teóricos de amostragem. Entretanto, uma amostra de probabilidade de tamanho equivalente teria uma margem de erro de ±0.6% em âmbito global. Esta pesquisa Nielsen está baseada apenas no comportamento de entrevistados com acesso à Internet. As taxas de penetração de Internet variam conforme o país. A Nielsen utiliza um padrão de apresentação de relatório mínimo de 60% de penetração de Internet ou uma população on-line de 10 milhões para inclusão de pesquisa.

Sobre a Nielsen – Nielsen Holdings plc (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona um entendimento completo sobre o que os consumidores assistem e compram (Watch & Buy). No segmento Watch, a Nielsen oferece aos clientes de mídia e publicidade serviços de medição de audiência (Total Audience) de qualquer dispositivo em que é possível ter acesso a conteúdos (vídeo, áudio, texto). O segmento Buy oferece aos fabricantes de bens de consumo e varejistas uma visão global única do desempenho da indústria. Ao integrar as informações dos segmentos de Watch e Buy com dados de outras fontes, a Nielsen apresenta aos seus clientes uma medição de primeiro nível, bem como análises avançadas que permitem o crescimento de seus negócios. A Nielsen, empresa conceituada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial. Para mais informações, visite www.nielsen.com

CONTATO IMPRENSA (www.nielsen.com): Angélica Vargas – Comunicação Externa Brasil
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