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Consumidores Portugueses mais confiantes

Indíce de Confiança dos consumidores atinge os 71 pontos – uma subida de 5 pontos face ao trimestre anterior e de 12 pontos comparativamente com o período homólogo

Lisboa, 17 de maio de 2016 O Indíce de Confiança dos consumidores portugueses continua a subir e a alcançar valores históricos. Os últimos dados revelam ter alcançado 71 pontos, mais 5 pontos face ao último trimestre estando a “um passo” de alcançar a média Europeia (78 pontos) que sofreu um ligeiro decréscimo face ao trimestre anterior (81 pontos). Espanha (74 pontos) a par de Portugal também aumentou o seu indíce de confiança, mas países como a Alemanha (97 pontos), França (64 pontos), Itália (59 pontos) Reino Unido (97 pontos) e Russia (63 pontos) apresentaram descidas. A Grécia manteve o seu indíce de confiança com 53 pontos.

Férias (21% face a 17% do trimestre anterior), poupanças (47% face a 44% do trimestre anterior), compra de vestuário (19% face a 18% do trimestre anterior) ou novos produtos tecnológicos (15% face a 8% do trimestre anterior) são algumas das áreas nas quais os portugueses estão a investir com o dinheiro que lhes sobra após as despesas essenciais. 21% continua a admitir que não consegue poupar qualquer dinheiro para além dos gastos essenciais, número que diminuiu face ao trimestre anterior (27%).

Ainda assim, há uma percentagem elevada de portugueses que admite que o país esteja a viver um momento de recessão económica (80% face a 74% no trimestre passado), sendo que 59% não acredita que essa crise será ultrapassada nos próximos 12 meses.

O que mais preocupa os portugueses

O equilibrio entre a vida pessoal e profissional (30%), a saúde (30%) e a segurança no emprego (29%) são o que mais preocupam os portugueses. O emprego continua assim a ser uma das principais preocupações dos portugueses na medida em que para 22% é a principal preocupação e para 7% a segunda principal preocupação. No que se refere a este tema 83% dos inquiridos confessa não ter boas perspectivas para os próximos 12 meses, números bastante semelhantes aos alcançados no ano anterior e superiores à média europeia (69%) que revela uma ligeira subida face ao ano anterior. 63% não acreditam na melhoria da sua condição financeira nos próximos 12 meses, um número superior à média europeia que apresenta uma percentagem de 55%. O terrorismo (22%) e a economia (21%) continuam também a estar no topo das preocupações dos Europeus.

O que mudou nos hábitos de compra?

Os hábitos de compra mudaram em resultado de um clima de ressessão económica. Prova disso, é o fato de 66% admitir que mudou os seus hábitos de consumo de forma a poupar nas despesas com o lar. 58% optaram por cortar nas despesas com o entretenimento fora de casa e 58% procuraram poupar nas despesas com o gás e eletricidade. 57% optaram por gastar menos na compra de vestuário e 50% optaram por produtos mais baratos. E estas mudanças de comportamento nos hábitos de consumo, vieram para ficar depois de ultrapassado o clima de ressessão económica? 45% dizem que vão continuar a poupar nos gastos com o gás e eletricidade e 31% nas despesas com refeições take-away. 27% pretendem continuar a optar por produtos mais baratos assim como continuar a gastar menos no entretenimento fora de casa.

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Sobre o estudo

O relatório internacional “Estudo Global de Confiança dos Consumidores” conta com a participação online em 61 países. Apesar do estudo dar uma perspectiva a grande escala, apenas é realizado junto dos utilizadores de internet e não no total da população. Nos mercados em desenvolvimento, onde a penetração on-line está ainda, em crescimento, as audiências poderão ser mais jovens e de classe social mais influente, comparativamente ao restante da população. Em três dos países africanos (Quénia, Nigéria e Gana) utilizam uma metodologia através de telemóvel e os seus resultados não são incluídos nas médias do Médio Oriente/África apresentadas no relatório. Os resultados são baseados em comportamentos e não em dados reais. As diferenças culturais são factores que influenciam a forma como a situação económica é vista por cada país. Os resultados apresentados não são uma tentativa de controlar ou corrigir essas diferenças, no entanto, é necessário ter algum cuidado quando são comparados países ou regiões, particularmente entre regiões fronteiriças.

Sobre a Nielsen

A Nielsen N.V. (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona uma visão completa sobre o que o consumidor vê e compra. A área Watch da Nielsen oferece aos seus clientes de media e publicidade, serviços de medição de audiência (Total Audience) de qualquer dispositivo, em que é possível ter acesso a conteúdos (vídeo, áudio, texto). A área Buy oferece aos fabricantes e retalhistas de bens de grande consumo uma visão global única do desempenho da indústria. Ao integrar informação das áreas de Watch, Buy e outras fontes de dados, a Nielsen disponibiliza aos seus clientes uma medição de primeiro nível, bem como análises avançadas que contribuem para o crescimento do negócio. A Nielsen, empresa conceituada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial. Para mais informações, visite www.nielsen.com. Pode também seguir-nos no Twitter, através da conta Nielsen Portugal (@NielsenPortugal) para acesso a conteúdos exclusivos deste canal de comunicação e divulgação de #insights de #consumo.

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