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Pais: em quem confiar na hora de comprar comida para os pequenos?
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Pais: em quem confiar na hora de comprar comida para os pequenos?

Tornar-se mãe ou pai é uma tarefa difícil, cheia de muitos “primeiros”. Mas antes das primeiras palavras e passos, vêm os primeiros alimentos. Então, quem os pais de primeira viagem se voltam quando o assunto é comida de bebê/fórmula infantil?  A resposta é simples: família e amigos. 44% dos entrevistados globais dizem que obtêm informações sobre alimentação infantil de seus entes queridos – em média, quatro em cada 10 entrevistados globais (38%) dizem que a recomendação de amigos e familiares é o que mais influencia em suas decisões de compra.

Mas os consumidores não dependem apenas de seus círculos de amigos e familiares; as recomendações de profissionais da saúde também são muito influentes. 36% dos entrevistados globais dizem que obtêm informações sobre alimentação infantil de um especialista em saúde do bebê, e 34% dizem que essas opiniões influenciam suas decisões de compra.

Regionalmente, a recomendação de profissionais da saúde está no topo da lista da maioria das fontes de informação influentes na América Latina, citada por 42% dos entrevistados, enquanto que na América do Norte, sua influência é significativamente mais baixa que a média, sendo considerada por apenas 18%.

“Os profissionais de marketing devem provar o seu valor, não só para o cliente, mas a uma rede mais ampla de fontes confiáveis”, disse Liz Buchanan, diretora de Serviços Profissionais Globais da Nielsen. “Produtos indicados por médicos, hospitais e profissionais da saúde podem conter forte poder de influência para os pais. Como a introdução da comida de bebê/fórmula muitas vezes é feita a partir desses assessores de confiança, ofertas alinhadas com as afiliações podem ser uma porta de entrada instantânea para os pais de primeira viagem. No entanto, é a qualidade e o bom atendimento que farão que os clientes passem a consumir esses produtos.”

 Anúncios de TV também são uma importante fonte de informação, no entanto, sua influência sobre a tomada de decisão é notavelmente inferior. Apenas um terço dos consumidores diz que obtém informações sobre os alimentos para bebês por meio de um anúncio de TV e menos de um quarto (23%) diz que esta fonte influencia sua compra, uma diferença de 10 pontos percentuais. O uso de anúncios de TV para divulgação de novos produtos e para influenciar as decisões de compra está bem abaixo da média global na Europa (utilização de 22%, 13% dizem que são influentes) e América do Norte (20% e 13%, respectivamente).

Também existem desfasamentos semelhantes entre o percentual que usa uma fonte para se informar sobre um produto e quem busca uma fonte que influencia suas decisões de compra usando outras fontes inclusas na pesquisa. Por exemplo, a presença de um produto nas prateleiras das lojas é uma fonte fundamental de consciência para quase um terço dos entrevistados globais (30%) – incluindo 36% na América do Norte, onde esta fonte é a mais comum – globalmente, apenas 17% dizem que esta influencia sua decisão de compra.