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Shopper busca postergar pagamento e fica mais racional
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Shopper busca postergar pagamento e fica mais racional

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O Brasil encerrou seu primeiro trimestre, enfrentando a maior taxa de desocupação, com 14,2 milhões de desempregados (PNAD), efeito que reforça o cenário de incertezas para 2017.

Como forma de driblar a crise, o brasileiro se torna mais decisivo em suas escolhas, optando por mixar canais para encontrar benefícios diferenciados e também buscando maior flexibilidade na forma de pagamentos, que são efeitos da redução na renda dessas famílias.

O shopper é multicanal, e essa tendência não se altera com os entornos econômicos, pois o brasileiro frequenta cada vez mais pontos de venda. Em 2016, ele realizou compras, na média, em 7 canais.
Neste contexto, o Atacarejo e a Vizinhança se destacam, resultado de um esforço do varejo, que está desenvolvendo esses canais e buscando fortalecer o papel e benefícios na mente do shopper.

O Atacarejo vem trazendo resultados e aceitação. Ele amadureceu como canal após uma expansão de lojas e adequações para receber cada vez melhor o público de pessoa física, trazendo um ganho de 3,8p.p e 32,3% de importância no Brasil em 2016.

Atuar com esse formato ou saber se diferenciar será crucial para atender o brasileiro, que levará como herança da crise aprendizados nas compras de custo benefício e escolhas de canais de acordo com a sua necessidade.

Já o canal Vizinhança chama atenção com o posicionamento de conveniência, sendo destaque para famílias que estão mais impactadas pela crise – escolha que se reforçou em 2016, quando estes shoppers adicionaram mais duas idas a esse ponto de venda.

Ter o sortimento correto será fundamental, para receber esse público na loja, uma vez que a compra está mais racional A troca de marcas se torna uma medida mais comum.

Em Vizinhança, 48% dos shopper declararam trocar marcas preferidas por mais baratas como uma alternativa para economizar (vs. 42% média população).

Nesse canal também é identificado uma movimentação mais intensa nas compras de fiado, justamente pelo perfil de lares impactados ser mais representativo. O índice de compradores de fiado é 29% a mais da média de compradores do canal.

No Brasil, 226,5 mil novos consumidores adotaram o fiado como forma de pagamento no ano passado, pois os shoppers não estão só buscando vantagens nas escolhas de produtos, embalagens e canais. A pressão da crise fez com que eles busquem mais flexibilidade na forma de pagamento, que é possível em canais de proximidade.

O estudo da Nielsen mostra que 1,178 milhões de donas de casa compraram fiado ao menos uma vez ao longo de 2016 em todo Brasil, apresentando um crescimento de 24% após um histórico de retração de 6% em 2015.

Oferecer parcelamentos, opções flexíveis no pagamento e descontos em programas de pontos podem ser ferramentas para fidelização e retração desses shoppers na loja, pois, apesar de estarem passando por um momento de crise, são promissores para a retomada do consumo.

Faça o download do material completo ao lado. 

Total Brasil – Fonte: Nielsen, *ESTUDO 360 BOLSO DO CONSUMIDOR 2016 VS 2015

Para mais informações, entre em contato com Mariana Morais, Consumer Panel Services, Strategy&Innovation (mariana.morais@nielsen.com).

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