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76% dos Portugueses considera que a posição das Mulheres em Portugal melhorou nos últimos 10 anos

Portugal destaca-se no otimismo com que avalia a evolução das Mulheres na Sociedade, contra apenas 54% dos Europeus que acreditam ter havido melhoria no posicionamento do sexo feminino

27 Fevereiro 2018 – Aproxima-se o Dia Internacional da Mulher, data na qual tradicionalmente, um pouco por todo o mundo, se discute o papel da mulher na sociedade. No contexto atual, em que a reflexão sobre o papel das mulheres está na ordem do dia, é importante partilhar algumas conclusões e insights do Nielsen Consumer Confidence Index, secção Women & Diversity, que ajudam a compreender o peso e o estatuto das mulheres na sociedade.

Papéis no Feminino

Numa Europa em que 26% dos cidadãos concorda que o papel do Homem é ganhar dinheiro e o papel da Mulher é assegurar a gestão da casa e a família (versus 13% dos portugueses), Portugal destaca-se por um otimismo no que se refere à evolução do papel Feminino na sociedade Portuguesa, considerando que houve melhoria nos últimos 10 anos. No entanto, apenas 28% dos Portugueses concordam que Homens e Mulheres têm o mesmo tratamento na sociedade, mostrando que há consciência de um ainda longo caminho a percorrer.

Se por um lado 60% dos Portugueses concordam que, no que se refere a papéis de liderança, as mulheres ainda têm de trabalhar mais do que os homens para provar o seu valor, demonstrando uma consciência coletiva deste ponto; por outro lado metade dos Portugueses concorda que existem funções e carreiras mais apropriadas às mulheres e outras aos homens.

Ainda importante destacar que o estudo revela que 72% dos Portugueses concorda que o impacto da maternidade na carreira afeta mais as mulheres do que os homens. Estes são apenas algumas das conclusões partilhadas no Consumer Confidence Index, secção Women & Diversity, da Nielsen.

WIN (Women in Nielsen): As mulheres e o trabalho

Mais de metade dos Portugueses concordam que as Mulheres em ambiente corporativo têm menos probabilidade de serem escolhidas para papéis e funções séniores. Para além disso, 65% dos inquiridos concordam que é difícil manter o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. Essa é, aliás, a principal preocupação dos portugueses, ao contrário daquilo que acontece nos outros países.

A Nielsen atenta aos dados que analisa e reflete a necessidade de representatividade e diversidade também na sua própria estrutura. Conscientes da importância das mulheres na sociedade, que globalmente já representam 12 biliões de dólares no consumo, a Nielsen lançou em 2011 a WIN (Women in Nielsen) que é, assim como outros grupos internos, demonstrativo da aposta que a empresa tem nas suas equipas, assim como na diversidade. A criação deste grupo teve como objetivo ouvir as mulheres que trabalham na Nielsen. Os seus membros têm intervenção direta em 4 áreas especificas: recrutamento e networking, desenvolvimento profissional, formação e impacto na comunidade local. Pretendem que no futuro a Nielsen seja, em muitos países, considerada uma das melhores empresas para as mulheres trabalharem.

Ao longo dos últimos anos a Nielsen tem sido reconhecida por esta diversidade e em países como a India já é para as mulheres uma das melhores empresas para trabalhar. O Diversity Inc. posiciona a Nielsen na 32ª posição integrando assim o top 50 do Corporate Diversity and Inclusion.                                                 

Segundo Sandra Santos, Diretora de Recursos Humanos da Nielsen em Portugal, a WIN (Women in Nielsen) “é um dos vários ERG (Employee Resource Group) da Nielsen, cujo objetivo é assegurar que as mulheres têm acesso às mesmas oportunidades de crescimento, valorização e desenvolvimento de carreira. Acreditamos que esta aposta contribui para o crescimento, sustentabilidade e competitividade económica da Nielsen e dos nossos clientes, como consequência da valorização e equilíbrio dos nossos Recursos Humanos.

Os clientes dependem da Nielsen para obterem não só dados de qualidade, mas informações valiosas sobre o comportamento dos consumidores. Para o conseguir, precisamos de uma força de trabalho diversificada.

Todos os ERG têm como principal foco o desenvolvimento, formação e networking dos grupos a que se dedicam, mas creio que o fator diferenciador é a responsabilização dos nossos líderes, a quem é incutido o foco na diversidade, existindo um real investimento neste fator que é uma prioridade da estratégia corporativa.”

Fontes de apoio: Nielsen Employee Resource Groups –WIN (Women in Nielsen); Nielsen Consumer Confidence Index – Woman & Diversity (Q3 2016).

Sobre a Nielsen

A Nielsen N.V. (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona uma visão completa sobre mercados e consumidores, em todo o mundo. A Nielsen reúne os seus dados com dados de outras fontes de forma a apoiar clientes de todo o mundo a compreender o que está a acontecer no presente e o que irá acontecer no futuro e a melhor forma de usarem esse conhecimento. Há mais de 90 anos, que a Nielsen oferece dados e análises inovadoras e com grande rigor cientifico, e continua a desenvolver novas formas para dar resposta às mais importantes questões que as indústrias de media, publicidade, retalho e bens de grande consumo, enfrentam atualmente. A Nielsen, empresa cotada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial. Para mais informações, visite www.nielsen.com. Pode também seguir-nos no Twitter, através da conta Nielsen Portugal (@NielsenPortugal) para acesso a conteúdos exclusivos deste canal de comunicação e divulgação de #insights de #consumo.

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