CONTATOS:
Marisa Grimes, +1 646 654 5759, marisa.grimes@nielsen.com
Alessandra Rossi, +31 20 398 8213, alessandra.rossi@nielsen.com
Nova York, NY – (5 de julho de 2011) – A publicidade global cresceu 8,8% em relação ao ano anterior no primeiro trimestre, totalizando US$ 118 bilhões com base nas tabelas de preços publicadas, à medida que os anunciantes gastaram mais em televisão e continuaram a investir nos mercados consumidores em expansão da Ásia e da América Latina. De acordo com o novo relatório Nielsen Global AdView Pulse, a publicidade na televisão aumentou 11,9% em relação ao ano anterior e aumentou sua participação entre outras mídias tradicionais (rádio, revistas e jornais) de 63,5% para 65,3% tanto em economias desenvolvidas quanto em muitas economias emergentes.
“Com US$ 6,50 de cada dez dólares sendo gastos em televisão, fica claro que a TV continua sendo o meio de publicidade mais importante e econômico para empresas que buscam alcançar novos consumidores, especialmente em mercados emergentes em expansão”, disse Randall Beard, diretor global de soluções para anunciantes da Nielsen. “De fato, de acordo com dois relatórios da Nielsen divulgados no mês passado, as mulheres em todo o mundo afirmaram preferir obter informações sobre novos produtos e serviços pela televisão, mais do que por qualquer outro meio, e o Relatório Cross-Platform da Nielsen do primeiro trimestre mostrou que os americanos estão assistindo mais TV do que nunca.”
A publicidade no maior mercado do mundo, os EUA, aumentou 5,9%, atingindo quase US$ 27 bilhões no primeiro trimestre, com aumentos estáveis para TV, rádio e revistas; no entanto, a publicidade em jornais caiu mais de 10%, em mais um golpe para a indústria nacional de papel jornal. A publicidade em jornais também diminuiu 1,6% na Europa Ocidental no primeiro trimestre.
As regiões emergentes da Ásia-Pacífico (+12,4%) e da América Latina (+11%) impulsionaram o crescimento global da publicidade no primeiro trimestre, seguidas pelo Oriente Médio/África, que ainda registrou um aumento de 10,4%, apesar de uma queda de 51,3% na receita publicitária do Egito, já que a maioria das empresas suspendeu temporariamente a publicidade durante a agitação social e política do país. A Europa Ocidental registrou a menor taxa de crescimento de todas as regiões globais no primeiro trimestre, com 2,9%, já que o desempenho econômico divergente da região levou os gastos com publicidade na Grécia, Irlanda, Itália e Espanha a território negativo – em contraste com o crescimento de dois dígitos nos mercados mais robustos da Europa, como Turquia (+12,9%), França (11,6%) e Noruega (+10,2%).
A Argentina (+37%) e a África do Sul (+34,8%) registraram os maiores ganhos em relação ao ano anterior, enquanto outros mercados emergentes, como China, Índia, Indonésia, Malásia, Filipinas e Arábia Saudita, tiveram ganhos de dois dígitos no primeiro trimestre.
Metodologia
As fontes de dados externas para os outros países incluídos no relatório são:
- Argentina: IBOPE
- Brasil: IBOPE
- Egito: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
- França: Yacast
- Grécia: Serviços de mídia
- Hong Kong: admanGo
- Índia: Nielsen em parceria com a TAMIndia
- Japão: Nihon Daily Tsushinsha
- Kuwait: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
- Líbano: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
- México: IBOPE
- Mídia pan-árabe: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
- Portugal: Mediamonitor
- Arábia Saudita: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
- Espanha: Arce Media
- Suíça: Nielsen em associação com a Media Focus
- EMIRADOS ÁRABES UNIDOS: PARC (Centro de Pesquisa Pan-Arabe)
Sobre a Nielsen
A Nielsen Holdings N.V. (NYSE: NLSN) é uma empresa global de informação e medição com posições de liderança no mercado de marketing e informação ao consumidor, medição de televisão e outros meios de comunicação, inteligência online, medição móvel, feiras comerciais e propriedades relacionadas. A Nielsen está presente em aproximadamente 100 países, com sedes em Nova Iorque, EUA, e Diemen, Holanda. Para mais informações, visite www.nielsen.com.
